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| Sempre que faço sexo oral com
minha esposa fico com sensação ruim, como se tivesse comido
cebola. É normal? Minha dúvida é porque eu nunca pratiquei
sexo oral com outra mulher. (Paulo)
Olá Paulão. Sua dúvida é também de
muitos homens que têm vergonha de perguntar. Mas perguntar não
ofende. Inicialmente, você deve comparar a vagina com uma boca.
Às pessoas portadoras de mau hálito, você julga que
têm algum problema dental ou estomacal, etc. Da mesma forma, a vagina
não é um lugar que deva ter cheiro ou gosto de cebola. Sua
companheira deve estar com algum problema vaginal. Seria interessante
ela procurar um ginecologista que prontamente resolverá seu problema,
colocando assim, novo sabor, aroma e um tempero a mais nas suas relações.
Seja feliz com o novo sabor e aroma. Que tal um sabor de morango ou hortelã?
Dr. Osvaldo Koga é urologista do Hospital Nipo-Brasileiro
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Olá. O meu probleminha é
que quando minha namorada chupa a cabeça do meu pênis, eu sinto
muita cócegas. Fico muito incomodado a ponto de pedir para ela parar
ou ir muito devagar. O que será isso? E como resolver? Grato. (Floyd)
Meu caro Floyd. Você não tem nada de anormal. Você
pertence a um grupo de pessoas mais sensíveis, Solicite
para a namorada ir com mais calma e quando sua ereção tiver
uma rigidez adequada, é a hora de iniciar esse tipo de
carinho. Não encuque. Não bota minhoca na boca, aliás,
na cabeça.
Dr. Osvaldo Koga é urologista do Hospital Nipo-Brasileiro
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Faço sexo oral só com
o meu marido, mas não usamos preservativo. Só usamos no sexo
anal. Saiu na minha boca uma escamação branca e isso me incomoda
muito. Não sinto dores. É por causo do sexo oral?
O sexo oral pode transmitir doenças venéreas se um dos
parceiros estiver com lesões de alguma DST. Quanto ao sintoma referido
por você é necessário que você passe por um médico
para que essa escamação seja avaliada e tratada.
Dr. Eddy Nishimura é ginecologista e obstetra do
Hospital Santa Cruz.
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Quais são os riscos de se fazer
sexo anal e oral? Existem casos de contrair doenças, mesmo que o
parceiro não tenha doença alguma?
Não há riscos no sexo oral em pessoas sem DST. Quanto
ao sexo anal deve ser praticado com camisinha, pelos riscos no homem e na
mulher de transmissão de doenças causadas pelas bactérias
presentes no intestino. Na alternância entre sexo anal e vaginal a
camisinha deve ser trocada para não provocar vaginites ou infecção
urinária na mulher. Se a mulher estiver com alguma patologia orificial
(hemorróidas, fissuras) não deve praticar sexo anal sob hipótese
nenhuma.
Dr. Eddy Nishimura é ginecologista e obstetra do
Hospital Santa Cruz.
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Gostaria de saber se minha esposa, que
teve filho há 20 dias e está amamentando, pode fazer sexo
oral? Quais são os riscos? Há algum problema para o bebê
se ela engolir o sêmen? O que é permitido e o que é
proibido nesse período?
Nesse período está contra-indicado o sexo com penetração
vaginal ou anal por riscos de infecção pélvica. Quanto
ao sexo oral não há contra-indicação do ponto
de vista médico.
Dr. Rodrigo Borsari é ginecologista do Hospital
Nipo-Brasileiro.
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Minha namorada estava praticando sexo
oral em mim, só que chegou uma hora que senti uma dor. Ela falou
que estava sangrando meu pênis, quando fui ver era o freio do meu
pênis que havia rompido, sangrou bastante, só que após
um tempinho, o sangramento parou. Será que há algum risco
quanto a ficar sem a ligação do freio do pênis com a
glande? Tenho medo de acontecer algo de anormal.
Não há maiores problemas do ponto de vista anatômico,
porém sugiro uma consulta com o urologista para avaliar se não
há outros problemas.
Dr. Kendy Kumagai é ginecologista do Hospital Nipo-Brasileiro.
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Minha namorada estava fazendo sexo oral
comigo em uma banheira quando gozei. Não houve penetração
em nehum momento. Há possibilidade de que o esperma que ficou na
água da banheira tenha chegado à vagina?
Possibilidade até existe, mas as chances de gravidez são
pequenas.
Dr. Eddy Nishimura é ginecologista e obstetra do
Hospital Santa Cruz.
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As
dúvidas de sexo do site Nippo-Jovem são respondidas pelo
ginecologista Eddy Nishimura, pelo psicoterapeuta sexual Alessandro
Ezabella e pelo urologista Osvaldo Koga.
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