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Rafael Suzuki - Piloto de Fórmula 3

Dados
Apelido: A maioria me chama só de Suzuki nas pistas
Data de nascimento: 13/08/1987
Signo: Leão
Profissão: Piloto
Onde nasceu: São Paulo
Onde mora: São Paulo

Curiosidades
Mania: Rabiscar enquanto falo no telefone
Coleção:
Troféus
Adora:
Minha sobrinha
Odeia:
Gente que tem o hábito de não respeitar o talento dos outros
Superstição:
Rezar pedindo proteção antes das corridas
Filme inesquecível:
Cowboys do espaço. Muito ruim! Até hoje não acredito que paguei para assistir esse filme
Livro de cabeceira:
Talento não é tudo
Comida:
Japonesa
Lugar:
Japão, Suíça e minha casa
Medo:
De nada específico
Atriz:
Angelina Jolie
Ator:
Jackie Chan e Tom Cruise
Defeito:
Falta de paciência. Eu poderia ter mais
Qualidade:
Persistência

Perguntas
NJ: Como surgiu a oportunidade de correr na Fórmula 3 Alemã?
Coloquei como meta correr de Fórmula 3 e fui atrás. Não foi alguém que me tirou do kart para correr na F3. Acabei o Campeonato Asiático no final de março e aí apareceu um convite para fazer a primeira corrida na Alemanha. Foi legal, a equipe me observou. Como não tinha tempo para treinar porque já estava muito perto da primeira etapa, a gente foi para a Alemanha, para a equipe conhecer melhor o piloto e o piloto cohecer melhor a equipe. A corrida foi muito boa. Cheguei lá, não conhecia a equipe, o carro, a pista e acho que o resultado foi até acima do esperado.

NJ: Como você se prepara para as corridas?
Tenho preparador físico, que me orienta e passa todo um plano para seguir. Não parece, mas o automobilismo exige preparo não só fisico como mental. Se você não está 100% preparado, pode fazer diferença na hora de vencer uma corrida, de ultrapassar alguém ou de administrar uma vitória. É um esporte individual e por isso depende muito de quem pilota. Corro, tenho preparação aeróbica e muscular, porque tem corridas de 30 minutos de duração, com um calor de 40 graus e você está de macacão e capacete. Você é obrigado a ter esta preparação, é muito importante. Vou aos parques e corro 10 km.

NJ: Qual momento você considera o seu melhor? E o pior?
Grandes conquistas virão quando conseguir me profissionalizar em categorias top. Lógico que meu sonho é ser piloto de Fórmula 1, mas hoje é um espaço tão concorrido, que é muito difícil focalizar só nisso. Mas acho que meu melhor momento ainda está por vir. Até hoje, foi o título que tive na Seletiva de Kart Petrobras, em 2007, que foi a minha maior vitória no kart na minha carreira.
Tem um momento que perdi o campeonato Pan-Americano de Kart, em 2006. O campeão saía da última corrida. Liderei a corrida inteira. Faltando três voltas, fui passar o retardatário e acabou que ele nem me viu. Como eu não podia perder tempo com ele, fui meio agressivo. Acabei saindo da pista e perdi, faltando duas voltas e meia para acabar o campeonato, que é internacional então valia muito. Este momento foi de parar e pensar por que foi difícil de engolir. Mas não tem jeito, só um vai ganhar. Independente se você estava ali perto ou não, não ganhou. Até hoje é meio difícil de lidar com isso.

NJ: Como você se vê daqui a dez anos?
Me enxergo vivendo completamente pilotando. Espero que daqui a um ou dois anos eu possa ser um piloto profissional. Meu objetivo realista é ser profissional no Japão, porque lá o automobilismo é muito forte. Os campeonatos são muito bons e a tecnologia também. Fiquei três meses no Japão e pude conhecer um pouco da cultura. Fiquei realmente impressionado. Já viajei para muitos lugares e, de longe, o Japão é o melhor que fui. O tempo passou muito mais rápido lá do que em outros lugares.

NJ: Que sonho você espera concretizar?
Acho que correr um GP Brasil de Fórmula 1 deve ser algo especial, para um brasileiro. Pode correr em casa, com um público, acho que deve ser algo bem bacana. Lógico que é um sonho, mas se eu puder e estiver perto disso um dia, claro que vou escolher.

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