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Dados
Nome:
Karina Eiko Nakahara
Data de nascimento: 28 de maio de 1981
Profissão: Cirurgiã-dentista e bancária
Peso: 56 kg
Altura: 1,76 m
Quadril: 90 cm
Busto: 87 cm
Cintura: 60 cm
Sapato: 37
Manequim: 38
Hobbies: Ler e ir ao cinema
Filme: Todos
Atriz: Várias, entre elas, Débora Falabella, Marília
Pêra, etc
Música: O Tempo não Pára, do Cazuza
Banda: Guns n' Roses
Comida: Yakissoba
Defeito: Quase todos os possíveis
Qualidade: Sinceridade
Lugar: Casa
Sonho: Um mundo com menos violência e mais amor
Perguntas
NJ: Como foi vencer o concurso Miss Centenário Brasil-Japão?
Fiquei muito feliz, não esperava tanto. Estava super nervosa. Ao
mesmo tempo que quer entrar, não quer. Mas acho que todas as meninas
estavam nervosas, então meio que iguala. A gente teve de se segurar.
O mais importante é que está voltando a atenção
das pessoas para os cem anos. É um modo de homenagear e agradecer
os imigrantes, pois ele faz as pessoas olharem mais para eles e valorizar.
Afinal, foram cem anos de luta.
NJ: Já
tinha pensado na carreira de modelo? Após a vitória, você
pretende seguir nela?
Pensava só quando era mais novinha. Não sei dizer, pois
gosto de trabalhar no que faço.
NJ: Já
foi ao Japão?
Fui quando tinha 14 anos, com minha batian. Gostei de tudo. O mais diferente
da viagem foi o contraste da cultura porque os descendentes acham que
temos a cultura de lá. Mas o que aprendemos nem existe mais no
Japão. Fiquei até um pouco surpresa porque percebi que eles
são muito ocidentalizados, mais até do que nós descendentes.
NJ: Como
é sua relação com a cultura japonesa?
Acho que tudo é relacionado com a cultura japonesa. Por meu pai
ser descendente, nossa vida é muito influenciada por ela. Quando
eu era pequena, minha família morava em sítio. E lá
ocorriam eventos da comunidade japonesa. Minha família participava
bastante. Mudamos para a cidade e o contato com a cultura ficou menor.
Gosto de quase tudo de comida japonesa, desde os mais tradicionais, como
yakissoba e sashimi, até outros pratos. Mas não sei cozinhar.
NJ: Que
recado daria para os internautas?
A gente tem de acreditar nos sonhos, mesmo que pareça impossível
porque eu pensava que era impossível ganhar o concurso.
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