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Dan Nakagawa

Dados
Nome completo: Dan Nakagawa
Data de nascimento: 07/03/1979
Signo: Peixes
Profissão: Compositor, cantor, poeta e ator
Onde nasceu: São Paulo
Onde mora: São Paulo e Rio de Janeiro

Curiosidades
Mania: Melhor não comentar
Adora: Viajar para locais que ainda não conheço, de preferência com pessoas que falam outras línguas
Odeia: Propaganda
Filme inesquecível: Código 46
Livro de cabeceira: A descoberta do Mundo (Clarice Lispector)
Comida: Indiana
Lugar: Desconhecido
Medo: Da morte
Atriz: Célia Helena
Ator: William Hurt
Defeito: Muitos
Qualidade: Facilidade em fazer amigos

Perguntas
Nippo-Jovem: O que é mais importante na sua carreira de músico? E na de ator?
Nas duas áreas o mais importante é ter uma vida interessante, viver, viver, viver! E nem sempre conseguimos viver a toda hora, pois passamos muito tempo adormecidos e mortos. Além disso, é preciso manter a curiosidade pelas coisas novas e velhas.

NJ: Cite um momento especial e um que é melhor esquecer.
Um momento muito especial na minha vida foi quando a Cássia Eller atravessou um salão cheio de gente na minha direção para dizer que tinha recebido meu disco e que tinha gostado. Até hoje me lembro deste dia. Agora um que quero esquecer é o de quando fui seqüestrado em São Paulo.

NJ: Como aconteceu o primeiro convite para trabalhar na televisão?
Uma coisa foi puxando a outra, mas tudo começou com a "Cor do seu Dinheiro", novela que a IPCTV (direção do Hashinoto) fez à comunidade brasileira no Japão para passar na Globo e na Record de lá. Depois disso, fiz "Metamorfoses", direção da Tizuka Yamazaki, que chamou a atenção do pessoal da Globo, que decidiu me chamar para fazer participações em diversos programas. E, quando estava atuando em "Bang Bang", o Carlos Lombardi me viu e convidou para ser o Tanaka, de "Pé na Jaca".

NJ: O que mais gosta ao fazer novelas? Tem algo de que não gosta?
O que mais gosto é que tudo na hora vira uma grande brincadeira, fingir emoções, viver coisas que você jamais viveria. Tudo isso é muito legal. No entanto, uma das coisas ruins é ter que aguardar para gravar. Nós ficamos muito tempo esperando.

5 - Como você vê a relação da grande mídia com os descendentes de japoneses no Brasil? Há espaço ou existem estereótipos que acabam diminuindo a possibilidade de atuação?
A grande mídia brasileira está muito atrasada e preconceituosa na visão que tem dos descendentes orientais que vivem no Brasil há quase um século. Você acha que alguém da minha geração, ou até mesmo a dos meus pais tem algum sotaque? Falam rindo e errando todas as palavras? Isso me revolta! Estamos em todos os ramos da sociedade brasileira: estudantes, advogados, empregados, empresários, pasteleiros, bicheiros e por aí vai. No entanto, ainda somos motivo de graça e piada. Mas lentamente os personagens orientais começam a aparecer, pelo menos aparecer.

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